Súmula 23 do TCU
Tribunal de Contas da União
SÚMULA TCU 23: A presunção da paternidade do marido está na dependência da efetiva co-habitação do casal, podendo, pois, na ausência desta, ter eficácia, após a dissolução da sociedade conjugal, o ato que atribua paternidade natural ao filho da mulher casada.
- Tribunal:
- TCU
- Julgamento:
- 04 de dezembro de 1973
- Órgão:
- Plenário
O que esta súmula significa.
A paternidade do marido é considerada verdadeira se ele mora com a mulher. Se eles não moram juntos, é possível reconhecer a paternidade do filho dela após o término do casamento. Isso significa que a paternidade pode ser atribuída mesmo sem a convivência do casal.
Essa súmula permite que um homem reconheça a paternidade de um filho de sua esposa, mesmo após a separação, desde que não haja coabitação. Isso pode facilitar questões relacionadas a direitos e deveres parentais.
Dúvidas comuns.
- O que é a presunção da paternidade do marido?
- É a ideia de que o marido é considerado o pai da criança se ele vive com a mulher.
- O que acontece se o casal não mora junto?
- Se não há coabitação, é possível reconhecer a paternidade natural do filho após a separação.
- Qual é o efeito da súmula 23 do TCU?
- Ela permite que a paternidade seja atribuída mesmo sem a convivência do casal após a dissolução do casamento.
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